No primeiro semestre de 2026, infelizmente ocorreram alguns acidentes graves e fatais, causados pela sucção dos ralos.
Apenas para citar alguns desses casos:
ITUPEVA – SÃO PAULO
Guilherme da Guerra Domingos, 24 anos. Faleceu em um parque Aquático, enquanto mergulhava para tentar resgatar a aliança de um hospede. Guilherme ficou preso ao fundo da piscina, pela sucção do ralo.
CAMPINAS SÃO – PAULO Ana Clara Soares de Brito. – 11 anos. O cabelo de Ana Clara ficou preso ao sistema de sucção do ralo da piscina onde a criança nadava.
MIRASSOL – SÃO PAULO = Laura Pereira Camargo, 12 anos, faleceu pelo mesmo motivo. Seus cabelos ficaram presos ao ralo da piscina.
JOÃO PESSOA – PARAIBA – Uma adolescente de 13 anos, ficou em estado grave na UTI, após sofrer afogamento por ter tido os cabelos sugados pelo ralo da piscina. Isso é verdade para qualquer tipo de piscinas, sejam residenciais, coletivas ou públicas.
Para saber mais sobre esses acidentes, basta pesquisar no Google.
É importante saber que a bomba ou sistema de sucção das piscinas, sugam muito forte e podem prender uma pessoa, notadamente crianças, pelos cabelos ou qualquer outra parte do corpo.
Para evitar esses acidentes que são devastadores, as piscinas devem ter instalados os ralos anti sucção ou anti aprisionamento. E temos, para quem ainda não sabe, a Lei Federal 14.327/22 que menciona a obrigatoriedade da instalação desse dispositivo de segurança.
A norma da ABNT NBR 10339, atualizada em 2018, visa prevenir afogamentos e aprisionamentos em piscinas através de requisitos rígidos de segurança. As exigências principais incluem a instalação de ralos duplos com distanciamento mínimo de 1,5m para evitar vácuo, uso de tampas anti-aprisionamento, botão de parada de emergência em piscinas coletivas e sinalização de profundidade. Para mais informações, consulte o site oficial da ABNT.








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