Dica: Flavia, a caminho de Brasília. Acompanhe, no blog Adesenhar, de Portugal.
Faço uma pausa nos meus posts sobre a causa de Flavia para, junto com outros blogs amigos escrever algo sobre a SIDA/AIDS, com a intenção de alertar e desmistificar a doença. Esta foi uma solicitação de Raul, do blog Sidadania, cuja leitura eu indico por se tratar de um blog que nos fornece informações preciosas sobre a doença, como por exemplo, formas de contágio, prevenção e tratamento. E não só. Para saber mais, visite o Sidadania.
Tendo em vista os excelentes textos sobre SIDA/AIDS publicados por Raul e Paulo, respectivamente autor e colaborador do Sidadania, prefiro abordar aqui o aspecto da afetividade e o que penso ser a sensação de dor de quem foi infectado, e de como isto também pode afetar a vida das pessoas que estão à sua volta, principalmente familiares e amigos.
Acredito que podemos minimizar a dor dos infectados pelo virus da SIDA/AIDS,
pela forma como nos relacionamos com eles. Tratá-los com afeto, mas não com pena. Estarmos prontos para ajudar, para auxiliar, mas não fazer tudo por eles. Demonstrar que não só nós somos importantes para eles, como eles também o são para nós. E estarmos próximos em todos os sentidos. Estar próximo de um infectado pelo virus da SIDA/AIDS para mim, inclui não só ler e me informar sobre a doença, mas interagir com esse infectado, para podermos sair da teoria e passarmos à prática. Se a pessoa estiver próxima, conversar e ouvir sobre seus receios e anseios e proporcionar-lhe o prazer do toque com longos abraços. Certamente, esse contato também nos beneficiará pois será uma troca. De idéias, experiências afeto, emoções....Uma troca.
Um abraço a todos.
Tendo em vista os excelentes textos sobre SIDA/AIDS publicados por Raul e Paulo, respectivamente autor e colaborador do Sidadania, prefiro abordar aqui o aspecto da afetividade e o que penso ser a sensação de dor de quem foi infectado, e de como isto também pode afetar a vida das pessoas que estão à sua volta, principalmente familiares e amigos.
Acredito que podemos minimizar a dor dos infectados pelo virus da SIDA/AIDS,
pela forma como nos relacionamos com eles. Tratá-los com afeto, mas não com pena. Estarmos prontos para ajudar, para auxiliar, mas não fazer tudo por eles. Demonstrar que não só nós somos importantes para eles, como eles também o são para nós. E estarmos próximos em todos os sentidos. Estar próximo de um infectado pelo virus da SIDA/AIDS para mim, inclui não só ler e me informar sobre a doença, mas interagir com esse infectado, para podermos sair da teoria e passarmos à prática. Se a pessoa estiver próxima, conversar e ouvir sobre seus receios e anseios e proporcionar-lhe o prazer do toque com longos abraços. Certamente, esse contato também nos beneficiará pois será uma troca. De idéias, experiências afeto, emoções....Uma troca.
Um abraço a todos.



