Este blog, criado em janeiro de 2007, é dedicado à minha filha Flavia e sua luta pela vida. Flavia vive em coma vigil desde que, em 06 de janeiro de 1998, aos 10 anos de idade, teve seus cabelos sugados pelo sistema de sucção da piscina do prédio onde morávamos em Moema - São Paulo. O objetivo deste blog é alertar para o perigo existente nos ralos de piscinas e ser um meio de luta constante e incansável por uma Lei Federal a fim de tornar mais seguras as piscinas do Brasil.

Dono de hotel é indiciado por morte de menina na piscina...

- 1 de outubro de 2017
Rachel, 7 anos, morreu ao ter os cabelos sugados. O acidente ocorreu em 16 de julho deste ano

"O dono do Sanfelice Hotel, em Balneário Camboriú (SC), foi indiciado pela morte da menina Rachel Novaes Soares, de 7 anos, que morava em Guarujá e estava viajando para comemorar seu aniversário quando se afogou após ter o cabelo sugado pelo ralo da piscina infantil. O acidente ocorreu no dia 16 de julho desse ano, em uma piscina com 60 centímetros de profundidade."

Leia o texto completo AQUI

Não importa a profundidade, se os cabelos ou qualquer outra parte do corpo de uma pessoa, principalmente criança, for sugada pela sucção da piscina, vai ocorrer afogamento e a morte é quase certa.

Os inúmeros acidentes ocorridos no Brasil causado pela sucção dos ralos e pela ausência de cerca de proteção na piscina, já leva a justiça a condenar com mais celeridade a negligência dos proprietários e administradores de piscinas. A Lei está demorando, mas que não se espere por ela para instalar os dispositivos que vão evitar a sucção dos ralos. Essa simples providência pode salvar muitas vidas.

Meu nome não é Odete, como algumas pessoas escrevem nos comentários, é Odele, com L e não com T.
Obrigada.

2 comentários

  1. Que seja penalizado embora nada traga de volta o sorriso de uma criança.

    Subscrevo todas as tuas palavras porque tem de haver mais responsabilização versus segurança.

    Beijos e mil em Flavia

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  2. Punir os responsáveis por falhas na segurança é indispensável. Mas não chega. É preciso publicar leis atualizadas, mais eficazes. E depois tem que haver fiscalização prévia. Não se deve esperar que as tragédias ocorram para se intervir.

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