Este blog, criado em janeiro de 2007, é dedicado à minha filha Flavia e sua luta pela vida. Flavia vive em coma vigil desde que, em 06 de janeiro de 1998, aos 10 anos de idade, teve seus cabelos sugados pelo sistema de sucção da piscina do prédio onde morávamos em Moema - São Paulo. O objetivo deste blog é alertar para o perigo existente nos ralos de piscinas e ser um meio de luta constante e incansável por uma Lei Federal a fim de tornar mais seguras as piscinas do Brasil.

Mais uma morte de criança em piscinas. Desta vez, em Campinas, São Paulo

- 26 de janeiro de 2014

"Criança morre após se afogar na piscina da
Sociedade Hípica  (Foto: Reprodução / EPTV"

Prezado Leitor do blog de Flavia, para que nenhuma criança mais venha a morrer ou ficar em coma por acidentes nas piscinas do Brasil, clic no link e assine a PETIÇAO, Por uma Lei Federal para Segurança nas Piscinas.

"6/01/2014 19h55 - Atualizado em 26/01/2014 20h12

Criança morre afogada em piscina de clube em Campinas neste domingo
Testemunhas contaram que o garoto brincava na piscina da Hípica.
Criança foi levada em estado grave para o hospital, mas não resistiu

Um menino de 3 anos morreu na tarde deste domingo (26) após passar mal e se afogar em uma das piscinas da Sociedade Hípica de Campinas. Testemunhas contaram que o garoto estava brincando antes do acidente e que teria se alimentado há poucos instantes. O nome da criança não foi divulgado.
De acordo com os bombeiros, ele foi retirado da água pelos salva-vidas e pelos sócios do clube. A criança foi levada em estado grave para o Hospital de Clínicas da Unicamp pelo helicóptero Águia da Polícia Militar, mas não resistiu.

O Corpo de Bombeiros informou que a criança chegou a ficar submersa por cerca de 10 minutos. O tenente Adriano Requena disse que os médicos tentaram reanimar a criança com o uso de um desfribilador. As primeiras informações apontam que a mãe da criança também estava no local no momento do acidente. Testemunhas disseram que havia um salva-vidas no local.
Dia quente
Campinas teve um dia típico de verão neste domingo com calor e chuva no fim da tarde, que contribuiu para piscinas lotadas. De acordo com o Cepagri da Unicamp, a temperatura máxima foi registrada às 16h. Os termômetros registraram 34,5ºC.
A Hípica se pronunciou por meio de nota à imprensa. Leia abaixo:

A diretoria da Sociedade Hípica de Campinas lamenta profundamente o trágico acidente ocorrido em suas dependências no dia de hoje, apesar de terem sido tomadas todas as medidas próprias para a ocasião. A SHC solidariza-se com a família enlutada"

Fonte: G1

Não sei ainda em que circunstâncias ocorreu o acidente com este menino, mas uma criança de 3 anos, precisa estar sempre sob a supervisão de um adulto. Seja numa piscina ou em qualquer outro lugar. E em piscinas de uso publico  a presenca de salva vidas é fundamental.

Além da tão necessária Lei Federal para Segurança nas Piscinas, os meios de comunicações deveriam, principalmente no verão quando as piscinas estão lotadas, fazer campanhas de conscientizaçao do quão perigosa uma piscina pode ser. Pais atentos às suas crianças e piscinas seguras, obrigações que devem ser seguidas à risca para evitar que um momento de lazer se transforme em uma tragédia.

Meu nome não é Odete, como algumas pessoas escrevem nos comentários, é Odele, com L e não com T.
Obrigada.

3 comentários

  1. Maldita incúria humana e quantas mais precisas de morrer para que se faça uma lei BEM PESADA?????

    Já vi os videos e nunca é demais divulgar sobretudo aos cabeças-duras que governam os países.

    Beijos meu doce e mil em Flavia

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  2. Desculpem, a dor desta mãe é enorme, mas não tem como tirar a responsabilidade desta fatalidade dos responsaveis , os pais. O clube possui sim salva vidas e etsva no clube, mas em uma situação como correu de nada iria adiantar o salva vidas, pois ao ver o garoto no fundo com varias pessoas ao redor, iria achar que a criança estava mergulhando. Este garoto ficou submerso, segundo o corpo de bombeiro , por +/- 10 minutos. Foram perceber o problema qdo uma sócia que estava na piscina sentiu uma mão na sua perna e olhou para baixo. A principio achou que a criança estava brincando, mas depois haja vista o tempo que estava submersa e a imobilidade da criança percebeu que tinha algo errado, foi quando chamou um sócio e constataram que a criança estava inconciente, chamando de imediato o salva vidas para retirar a criança da piscina. A mãe estava perto da criança, mas acredito que se distraiu não percebendo que a criança havia se deslocado para aparte mais funda, ocorrendo assim esta fatalidade. Uma criança desta idade jamais poderia estar sozinha na piscina, e sem boia, pois acredito que não sabia nadar. Depois do evento vaios pais colocaram boia nos braços. Precisa acontecre para algumas pessoas tomarem conciência do risco. A responsabilidade desta fatalidade não é do clube e sim dos responsaveis, infelizmente. Esta piscina possui a parte mais rasa e a parte mais funda . Por este motivo os pais tem que ficar atentos, ou deixar na piscina infantil que não teria este risco. Não foi culpa do clube. Sou sócia, estava lá e pude presenciar que o clube em momento algum negligenciou o atendimento. Muito pelo contrário. As pessoas ao comentarem o fato, põe a emoção, pois realmnete é uma fato triste e muito doloroso, mas temos que analisar o fato com a razão e não somnete com a emoção. Vc deixaria seu filho de 3 anos sozinho em uma piscinao? Com certeza não. Neste caso a responsabilidade é dos pais ou das babas. O clube está isento.

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  3. Mais uma fatalidade, mais uma. A série de acidentes em piscinas parece interminável.
    É claro que uma Lei Federal, por si só, não evitará acidentes. Como Bem diz a Raquel no seu comentário, as crianças, quando se divertem numa piscina, terão de estar permenentemente sob vigilância. Dos familiares e dos salva vidas.
    Só que a promulgação de uma Lei Federal, acompanhada por um amplo processo de divulgação pública, iria contribuir para que se ganhasse uma nova consciência para a necessidade de se criarem não só regras como comportamentos de segurança que deveriam ser uma constante no usufruto das piscinas.
    Por tudo isso, exigir a rápida publicação da Lei é um imperativo coletivo inadiável.

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